I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
13.5.10

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*by Steve Macqueen Aquele que eu encaro como um dos últimos duros a sério. O "the King of Cool". Vou esclarecer um pouco o meu fascínio pela sua persona - ou pelo menos aquela que os filmes e as entrevistas deixavam transparecer. A minha mãe é uma cinéfila como poucas que conheço. Foi pela sua mão que fui inúmeras vezes à cinemateca. Foi pela sua mão que só já com idade para ir ao cinema com as meninas que muito envergonhado convidava para uma sessão de cinema aos fim-de-semana que entrei numa sala dita "comercial" (nada contra que fique bem esclarecido). O que via em casa, nas velhinhas VHS, e no cinema eram exibições antigas de filmes antigos. Assim cresci a ver os filmes do Sr. Steve Macqueen que era de longe, na altura, o meu preferido. Não porque achasse que as suas capacidades de actor eram fenomenais. Mas porque era duro, era cool. Ninguém se metia com ele, era um sucesso entre as mulheres, andava à luta com todos os outros e ganhava. Enfim, coisas parvas de miúdos, eu sei. Mas se todos os miúdos necessitam de um herói, o meu era Steve Macqueen. No recreio imaginava como ele se comportaria. Obriguei a minha mãe a comprar-me uma camisola de lã como ele tinha uma vez numa revista americana que o meu pai tinha trazido para a minha mãe. "Corria" a minha rua na minha bicicleta imaginado que era a minha mota igual à dele. Era o meu herói. Houve até uma altura em que pensei em ser actor, para ser mesmo como ele. Mas depois cresci e, como ele próprio diria "I'm not sure that acting is something for a grown man to be doing."

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