I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
1.6.10

 

Video que coloco aqui. Um Senhor, uma lenda, uma voz incontornável.

link do post Eu e o meu Ego, às 19:34  ver comentários (3) comentar

 

De tempos a tempos dá-me para escrever algo que pretende ser uma coisa mas acaba por sair outra. Não obstante, continuo a tentar. Desta vez implico com aquilo que acho que todos procuramos. Todos, sem excepção, procuramos o amor verdadeiro – demasiado lamechas? Desenfreadamente passamos a vida na procura de algo que nem sabemos se existe mesmo.

 

Isto a propósito da seguinte conversa entre dois amigos na hora de almoço:

Amigo 1: Como vão os preparativos para o grande dia?

Amigo 2: Vão bem, pá. Qualquer dia és tu.

Amigo 1: Nem penses, com todo o devido respeito não metas nesse grupo.

Amigo 2: Isso dizes tu. Eu já estive no teu grupo, virei costas, voltei a estar e agora estou prestes a deixar novamente o teu clube.

 

Ora, de ambas as vezes em que ele, amigo 2, se juntou, casou ou o que seja, penso que tinha encontrado o amor verdadeiro. Mas não. Pelo menos o primeiro não era. Isso não o impediu de procurar.

 

Há um outro amigo, após ter partilhado esta minha teoria, que disse que eu estava parvo, não há nada como procurar o amor verdadeiro. Disse ele na sua secura bruta:

- Estás parvo, há é aquela verdadeira foda!

 

O que este meu amigo não sabe, é que com esta sua frase só me está a dar razão. Chama-lhe outra coisa, mas a realidade permanece a mesma.

 

O exemplo é completamente disparatado ou irreal (dói-me a cabeça e não estou com paciência para pensar mais): um rico, mas verdadeiramente rico sem alguém para amar será feliz? Um pobre com alguém que ama e o ame de volta não terá pelo menos um pouco de conforto dentro de si?

 

P.S. – Esta ideia matutou-me a tarde toda, mas como referi dói-me a cabeça por isso o post saiu como saiu, é que eu não gosto de colocar as coisas em drafts e merdas que tais.

link do post Eu e o meu Ego, às 19:24  comentar

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Um dia, um dia foi quanto bastou. O tampo da minha secretária não se via tamanha era a quantidade de papel que me foi deixada.

Cala-te, coloca os phones nos ouvidos, deixa correr a música daquele senhor a tocar e vamos embora despachar trabalho.
link do post Eu e o meu Ego, às 15:27  ver comentários (9) comentar

 
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