I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
2.6.10
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Se há pessoas que eu conheci, desde que me lembre, é o senhor A e o senhor B. De tempos a tempos apareciam os seus familiares, o senhor C e D. Uma família pequena, com um primo afastado, o senhor E, que surgia apenas por alturas do Natal.

Estes senhores, qual John Doe, não tinham sexo. Não tinham qualquer idade. Não tinham, sequer, morada certa. Tinham, isso sim, uma infinitude de problemas. O senhor A e o Senhor B, por vezes entrelaçados com os outros senhores mencionados, faziam inúmeros contratos. Todos corriam mal. Mas nunca aprendiam, lá estavam eles de volta a querer celebrar mais um.

Por vezes aqueles senhores queriam constituir sociedades - nestas alturas costumava ser Natal porque surgiam os outros senhores - mas a coisa nunca corria bem. Eu até acho que eles no espaço de um ano, minto, no espaço de um semestre, quiseram casar-se, unir-se de facto, divorciarem-se e separarem-se. Eram muito instáveis.

De tão instáveis que eram que num ano quiseram matar-se, acho que um deles chegou a conseguir, mas o que morreu rapidamente ressuscitou. Agrediram-se e mais tarde, os dois em conjunto atentaram contra o estado de Direito.

Eram sujeitos simpáticos. Tenho saudades deles. Mas sei que os vou agora reencontrar nestas seis semanas que se avizinham.
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À medida que o dia de hoje vai vendo as suas horas caindo lentamente, muitos sentem já o gosto da ronha que vão saborear amanhã, ou em alguns casos os próximos quatro dias, não vêm chegar a hora de sentir a areia da praia nos pés - ou noutro lado qualquer para os mais afoitos - e não sabem se aguentam até ao por do sol para descansados saborear a vossa bebida de eleição descontraidamente. Para esses todos a minha inveja é grande.

Estarei rendido a saber com precisão delimitar a competência de dois, ou mais, Estados em tributar o rendimento que um qualquer sujeito, normalmente é o senhor A e o senhor B (todos os de direito vão-me perceber), tenha auferido de uma qualquer fonte de rendimento.

Mas como não sou ressabiado, divirtam-se.
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Os nomes variam, mas por uma questão de simplificação vamos chamar-lhe merdas. Merdas no local de trabalho. Quem nunca as teve. Eu de certeza que não sou. Mas esta vez fica marcada por uma originalidade, duas na verdade. É a primeira vez que acontece com um elemento do sexo masculino (isto porque quando estava a fazer o estágio da (des)Ordem apenas trabalhava com mulheres) e que acontece com alguém que não tem nada directamente a ver com o meu trabalho.

Passo a explicar , eu sou o jurista da casa, in the house - para dar um ar assim pomposo e o raio que o parta - o outro, o fulaninho, responsável pelas operações de carteiras. A disputa sobre a possibilidade legalidade de uma questão relacionada com toda a parafernália nova de DL, Directivas, Regulamento e o diabo a sete.

Quem será que terá razão no final?
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