I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
26.5.10
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Na minha hora de almoço decidi dar uma dar da minha graça ao El Corte Inglês. A ideia era dar uma voltinha e comer qualquer coisa.

Lá fui eu contente e feliz da minha vida, phones no ouvidos, Maximo Park a tocar no Ipod e eu todo lampreiro. Mas isto de tempos a tempos também baixa num gajo, e a meio da minha voltinha a minha veia de índole consumista falou mais alto. voilá, é ver-me gastar dinheiro.

Comprei dois Livros. Um, sou tão cromo, com a legislação fiscal revista e alterada pelo OE2010, outro de Hermann Hesse " O jogo das Contas de Vidro. E Comprei um pólo igual ao ali de cima.

Sobre os livros, não vou opinar. O primeiro porque, enfim, nem sei que dizer, achei que me fazia falta, o segundo ainda não li apesar de muitas e boas referências já terem chegado à minha pessoa - oh para mim a falar tão bem. Quanto ao pólo, meu caros, poucas são as marcas actuais que evocam devidamente o espírito rock independente.

Já era um puto, um fedelho com a mania que era cool e que percebia de música quando o meu pai foi a Londres em trabalho e trouxe-me como prenda um Pólo da Fred Perry. Disse-me;

- É igual ao das bandas que ouves e tens por aí espalhadas. (não disse foi que a ideia foi da minha mãe, que nisto elas são sempre mais atentas).

O fedelho, eu, fiquei todo contente. Oh para mim tal e qual os manos dos Oasis (sim, era catraio e ouvia Oasis). Hoje, o Pólo ainda anda lá por casa. Está velhinho mas ainda o guardo. Enfim, é daquelas coisas.
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