I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
26.6.08

Sou uma pessoa de rock. Quero com isto dizer que a música que oiço predominantemente é rock. Seja indie, punk, hard, tanto me faz desde que tenha, em regra porque abro excepções obviamente, uma guitarra, um baixo, uma bateria e fico contente.
Por outro lado não sou lá muito fã de rock mais calmo ou meloso, a roçar o pop. Para isso ouvia pop. E há-o bem bom. Mas lá está, prefiro o pop rock.
Bem, tudo isto para dizer que oiço rock, mas que por isso mesmo um dos meus maiores gostos é ir a concertos. Gosto. Não só pela música, se bem que essa é a condição essencial porque lá vou, mas também por tudo aquilo que "recheia" um bom concerto. E gosto particularmente de ir a concertos de bandas portuguesas que ou têm somente um EP no bucho ou um CD recente. E a razão é simples: dão o litro.
Mas tudo isto, repito-me, para destacar uma música de uma banda, que ao início desdenhava e que agora me converti, que tem uma música que acho genial. Tudo aquilo que uma boa faixa de rock moderno deve ter: instrumentação, para além dos instrumentos que enumerei em cima, arranjos extraordinários, é quase dançável, eu sei lá. É bom e chega.
Segue em baixo:



Allways a plazer

P.S. gostaria de ter colocado o oficial mas não consegui
link do post Eu e o meu Ego, às 23:56  comentar

 
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