I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
30.7.08


Vamos lá ver uma coisa. Querem as mulheres/raparigas e afins uma relação estável, calma e “docinha” – este adjectivo foi usado por amiga minha de que falarei em baixo – ou por outro lado querem uma coisa selvagem, inconsequente, sem destino certo ou qualquer destino mesmo? Sempre me interroguei sobre isso.

Na minha santa ingenuidade sempre achei que quisessem o príncipe encantado, a tal relação docinha. Vim mais tarde, anos mesmo uma vez que comecei a pensar daquela forma por volta dos 10 anos e entretanto já passei dos 20 há um bom par de anos, a saber e descobrir que afinal, pasme-se, elas há para todos os gosto.

Posto o intróito manhoso, volto à amiga sobre a qual disse que falaria. Esta minha amiga quer a tal relação “docinha”, quer ser a princesa e encontrar o seu príncipe. Muito bem, gostos são gostos, e cada um quer aquilo que acha melhor para si. Sucede que esta amiga tem cá uma sorte que as suas relações sucedem-se como os meses no ano, tem uma dúzia delas por ano. Eles são os amores de Verão, de Outono, de Inverno, de Primavera e por aí fora. Houvesse mais estações no ano e ela continuava a sua busca desenfreada.

Diz a senhora em questão:

- A minha sorte é tanta que só me envolvo com cabrões, só querem é cama e dar umas voltas. E eu feita parva caio sempre na coisa.

De referir que esta minha amiga tem uma queda para certo tipo de rapazes como se demonstrará na seguinte fala – considerações à parte sff.

- É conhecê-los todos simpáticos, girinhos de óculos e eu deixo-me levar.

Mas o melhor vem já de seguida.

- A minha sorte, ou azar já nem sei, é que parece que gosto mesmo é de cabrões, são sempre campinos, dos touros e dessas coisas. São todos uns cabrões. Só querem copos, touros e cama. Filhos da puta…

Sim, para quem quer ser uma princesa o uso dos palavrões parece desconexo, eu sei.

- No fundo no fundo, tenho é um grande azar com o amor, com as relações e com os gajos.

E foi aqui que decidi intervir e deixar a minha colherada

- Oh A. não digas isso! Azar? Não me parece, então tu comes 1001 gajos num ano e chamas isso azar? Há quem passe meses, e até anos de secura e tu vá de enfrascá-los de enfiada. Tens é uma grande sorte!

Não contente, continuei.

- Tu tens de fazer o período de luto. Tens de te enfiar em casa e chorar amargamente a tua sina. Depois continuas em casa e comes embalagens e embalagens de gelado amaldiçoando os gajos em geral. Seguidamente vês e revês aqueles filmes, em que te identificas com a actriz, e que têm sempre um final feliz.

Nos dias que correm esse filme seria o Sex and the City – é vê-las doidas com o raio do filme.

- E por fim, vais sair com as tuas amigas, amigas apenas, e apanhas uma grande narsa.

E como tudo se torna mais simples.
link do post Eu e o meu Ego, às 12:04  comentar



No outro dia, em conversa com um amigo meu, discutia-se a problemática mulheres.

Muitas coisas foram ditas. Claro está que a coisa era vista apenas e exclusivamente pela perspectiva, parcial eu sei, dos homens.

Assim, a conversa decorria animadamente quando, este meu amigo, sobre as diferenças e semelhanças entre os homens e as mulheres dispara:

- É assim, deixemo-nos de merdas, sobre isso das diferenças e semelhanças, é que a grande, mas estou a falar da grande semelhança mesmo, é que todos levamos a mão ao cu!

Palavras para quê?

Já vai começando a ser um prazerzinho
link do post Eu e o meu Ego, às 11:22  comentar

 
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