I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
8.10.08

A história é real. Mais uma. E extraordinária. E Aconteceu hoje. Ou seja, ainda há pouco.

Vinha eu a caminho do local de labuta, e para aqui chegar tenho de passar naquelas vias em que há uma bomba de gasolina em cada lado. Entretanto sou obrigado a parar porque mesmo antes das ditas bombas há um daqueles semáforos que acende o vermelho quando alguém deseja passar para o outro lado.

Paro, olho para todo o lado, para matar tempo. Olho para a frente. Para a direita. Para a esquerda. Para a esquerda. E para a esquerda. E ainda me recuso a acreditar. É que convenhamos, já está frio para estas coisas. Principalmente as nove da manhã, apenas e só por isso.

Na bomba do sentido contrário, onde se verifica a pressão dos pneus e tem aquela coisa da água, está uma pessoa em boxers a tomar banho. Joga água para cima dela ao mesmo tempo que se ensaboa. Mas há que o dizer: a mencionada pessoa tem um bocadinho de decência, porque a determinada altura vira o rabo para a estrada e afasta os boxers para, assim julgo, lavar a sua masculinidade.

Há com cada coisa.

P.S. : Não consegui encontrar nenhuma imagem de banho em bombas, lamento.
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7.10.08
A vitória começa onde os outros desistem!
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Para mais informações: AQUI
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6.10.08

A coisa é verídica. Mesmo. Nestes termos:

- Olha, podes-me fazer 3 procurações? Estão ai as minutas.

- Sim claro, não há problema.

(5 minutos depois)

- Já estão feitas, estão aqui.

- Onde? Gravaste em que partilha?

- Estão aqui, no meu computador.

(curioso, mas levanto-me e vou ao dito computador)

- Ah, estou a ver. Está correcta, está bem feita. E as outras duas?

- fiz por cima.

- Sim, fizeste bem, mas onde as gravaste?

- Não gravei.

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Quando o assunto é arte e cultura há uma frase que acabo sempre por dizer:

Não tem 200 anos, não presta!”

Claro que não acredito realmente nesta frase, apenas é dita em género de provocação. Mas serve para ditar o mote.

No outro dia, fui assistir aquilo que se pretendia ser uma pequena tertúlia subordinada ao tema da existência, ou não, da cultura em Portugal, no geral, e na cidade onde habito, em concreto. Ora eu pensava que ia ser uma coisa gira, mas não.

A coisa começa com o facto de toda a gente, inclusive pessoas que integram associações culturais, dizerem que, realmente, não há cultura nenhuma. Não gosto de consensos.

Depois, e ainda que a coisa tenha resvalado para considerações políticas, sendo que até aí um pessoa vai preparada, houve uma mente iluminada que decidiu justificar a existência, ou da falta dela, aos romanos. Sim, isso mesmo. Tudo se baseava na evolução histórica que vai conduzir a uma aculturalidade (se é que podemos dizer assim).

E é aqui que a coisa se torna ainda mais surreal, pelo menos aos meus humildes olhos e compreensão. Esta mente brilhante e iluminada diz que:

- A burguesia é o ímpeto de cultura, não teço quaisquer considerações positivas ou negativas. Mas o que acho extraordinário, é que esta mesma mente iluminada despreza a burguesia, acredita que esta classe é o mal de tudo;

- Considera o marxismo como a única corrente que conduzirá à felicidade e à melhor e maior “humanização”, e só assim a cultura terá o seu apogeu;

- Dá exemplo de Óbidos como um expoente cultural actual, uma vez que tem um pólo cultural em franca expansão e “cria 1000 empregos” (SIC).


E tudo para terminar com a defesa de uma elite cultural e com um “temos que ensinar o povo” (SIC).

Calma, muita calma.

Estamos a falar de alguém que critica uma classe, a burguesia, como causadora de todos os infortúnios do mundo, mas defende uma outra classe, ainda para mais uma elite. E cultural. Juntarmos as duas nem sei onde é que isto acabava. E pelos vistos seria esta tão desejada elite que iria ensinar o povo.

Considerações à parte, lembro-me de umas quantas questões, a saber:

- Quem é que disse que o povo quer ser ensinado?

- Que iria ser ensinado?

- Quais os critérios para se pertencer ao povo ou a essa elite?

São apenas algumas de que me recordo. É que, e isto é apenas única e exclusivamente a minha opinião, parece que quando essa gente, defensores de elites culturais e de uma cultura natural, metafísica, se esquece de uma coisa. Ou pelo menos penso que tendem a considerar apenas como cultura a música erudita e peças de teatro ditas intelectuais – é vê-los com exemplos de festivais e concertos de jazz, de peças de teatro de fulano A, B ou C e por aí fora -, mas esquecem-se de uma catrefada de outras coisa.

Mais, esquecem-se que a cultura tem que gerar dinheiro – sim, eu sei, ideia quase blasfémica – mas é verdade. O artista quer reconhecimento, quer o aplauso, o palco. Quer dedicar-se à sua arte, contribuir para a cultura. E isso é aenas possível se conseguir sobreviver da sua arte. Se alguém se interessar pela sua arte e estiver disposto a dar dinheiro para desfrutar da sua criação. Seja ela qual for.

E é aqui que entra mais uma outra crítica. Cultura não é uma meia dúzia de “artes” – à falta de melhor descrição – é antes um refinamento de gostos e de juízos artísticos; é o ponto máximo na purificação e no aprimoramento intelectual, (in Oxford English Dictionary). È um conjunto de vários saberes, interesses, com peso histórico e tradição, é a representação física do imaginação e do pensamento humano. É a sua materialização. Como pode ser reduzido a uma ou outra arte? Ainda que de extrema quailidade?

Não. Não. E não.

Cultura, e os gostos serão vários. Não se “ensina ao povo”, nasce do povo, como conjunto de uma população, enriquece-o e este promove-a. Cria riqueza, intelectual, artística e, porque não, monetária. Porque alguém imagina um Da Vinci trabalhar, sei lá, num estábulo, por exemplo, e ao fim do dia ir para a sua oficina? E quem diz Da Vinci diz Einstein, diz o John Lenon, o Elvis, Andy Warhol, Lou Reed, Goya, e por aí for a? Tem de ser a profissão dos artistas, não o seu passatempo.

Cultura abarca uma imesidão de géneros criativos e de génio. Cultura abarca, a meu ver, não se restringindo a:

- Concertos de jazz;

- Filmes;

- Videoclips;

- Concertos Rock

- Concertos de música vária, e porque não Pimba, há quem goste e não são menos pessoas por isso

- As feiras;

- Grafitis, o género de desenho e pintura, porque em propriedade privada, desculpem, mas é vandalismo;

- Os santos populares;

- Teatro

- Museos;

- Progrmas de televisão

- Jornais

- Revistas.

E por aí for a.

Nada disto demonstra os meus gostos, apenas procurar demonstrar o meu ponto de vista sobre o assunto.


P.S. O post enorme não se repetirá tão cedo.
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I find your lack of faith disturbing

P.S. 1 : A série é grande

P.S.2 : A new week is starting. Not a good thing.

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5.10.08


link do post Eu e o meu Ego, às 19:06  comentar

Sim, hoje é feriado e domingo mas eu


ODEIO DOMINGOS

Obrigado e boa tarde.
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4.10.08
Na sequência do Post anterior




LUST FOR LIFEEEEE
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Porque sim. Porque é tarde. Porque é sexta e estou em casa. Porque me apetece. Porque neste momento, e a falta de sono pode começar a fazer efeito, concordo com tudo o que retrata. Mas principalmente que é um monólogo GENIAL.

Segue:

Choose life. Choose a job. Choose a career. Choose a family, Choose a f--king big television. Choose washing machines, cars, compact disc players, and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol and dental insurance. Choose fixed-interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisure wear and matching luggage. Choose a three piece suit on hire purchased in a range of f--king fabrics. Choose DIY and wondering who the f--k you are on a Sunday morning. Choose sittin' on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing f--king junk food into your mouth. Choose rottin' away at the end of it all, pissing your last in a miserable home, nothing more than an embarassment to the selfish, f--ked-up brats that you've spawned to replace yourself. Choose a future. Choose life...But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life. I chose somethin' else. And the reasons? There are no reasons. Who needs reasons when you've got heroin? So why did I do it? I could offer a million answers, all false. The truth is that I'm a bad person, but that's gonna change, I'm going to change. This is the last of that sort of thing, and I'm cleanin' up and I'm movin' on, going straight and choosin' life. I'm lookin' forward to it already. I'm going to be just like you: the job, the family, the f--king big television, the washing machine, the car, the compact disc and electrical tin opener, good health, low cholesterol, dental insurance, mortgage, starter home, leisure-wear, luggage, three-piece suite, DIY, game shows, junk food, children, walks in the park, nine to five, good at golf, washing the car, choice of sweaters, family Christmas, indexed pension, tax exemption, clearing the gutters, getting by, looking ahead, the day you die.
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E porque de momento me vem à cabeça, e já que estou numa de cinema recordo-me de duas frases, ou deixas emblemáticas, que por mero acaso não não pertencem a nenhum dos intervenientes do post anterior e pertencem já a uma cultura mais pop.

E são:

"Bond, James Bond!

"He-e-e-e-e-re`s Johnny"

Prometo deixar aqui a lista das frases para mim mais emblemáticas do cinema num futuro próximo. Ou talvez não, que isto de promessas não é neste departamento.

link do post Eu e o meu Ego, às 01:24  comentar

Fazer uma lista é sempre complicado. Como eleger os melhores? Que critérios utilizar?
Ainda assim segue em baixo a lista daqueles actores que para mim serão intocáveis. A eles, o cinema devem imenso. Eu como espectador agradeço desde já.

Os icónicos:



Paul Newman



Robert de Niro



Humphrey Bogart



Dustin Hooffman

Cary Grant



Marlon Brando
Al Pacino


A lista foi aleatoriamente construida, nenhum aparece nesta ordem por uma qualquer razão especial.
link do post Eu e o meu Ego, às 01:11  comentar















Porque hoje começa o fim de semana. Dois dias para aproveitar o ainda quente sol da tarde naquela companhia.
link do post Eu e o meu Ego, às 00:26  ver comentários (2) comentar

Porque por vezes a Pop também é genial

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2.10.08
Quando eu era miudo os rapazes que vestissem benetton eram betinhos. Além de coloridos. Isto porque era vê-los de calças de ganga azuis, verdes vermelhas etc e tal.

Hoje parece que é fashion. É ver tudo o que é gente, rapaz, de calças extremamente justas de cor vermelha, verde e afins. Como as coisas mudam.
link do post Eu e o meu Ego, às 18:29  ver comentários (1) comentar

Almoço de despedida de uma colega.

Resultado: estou bêbado!

Previsôes: não fazer muita merda durante a tarde.

Obrigado e boa tarde
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1.10.08
Imperdível! É favor visitar a página:


http://www.thecleverest.com/countdown.swf






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Computadores e seus programas definitivamente não são para mim. Ando Já há uns dias de roda deste local, vulgo blog, para colocar imagens e outras coisas que tal, coisas como uns links para no fundo tornar a coisa mais engraçada. Mas não.

Pronto era isto. Obrigado e boa tarde
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Momento introspectivo do dia.

A hora de almoço, se é que tenho disso, praticamente passou mas, e comer? Nada! Uma sandes empurrada pela garganta abaixo enquanto bebia um sumo discretamente “roubado”.

Música, alguma para me distrair do barulho de fundo e concentrar-me no que fazia e escrevia a 1000 à hora. Uma dessas músicas, passou no rádio que os CD que criteriosamente trago na pen para poder ouvir não me criaram excitação, foi o hang up da Madona. A pergunta: não acham que ela canta à sopinha de massa quando diz o “so slowly?

Pelo meio recebi um telefone de um amigo cujo tema era saber o que eu acho relativamente a uma amiga que perguntou se ele queria ir beber café à tarde. A minha perplexidade prendeu-se porque raio precisava ele de saber a minha modesta opinião. Ok, a conversa foi mais ou menos a seguinte:

- Mas porque carga de água me ligas para perguntar isso?!?!?

- Eu acho que ela se anda a fazer a mim…

- Então?!? Não vejo então qual é o problema… Realmente já davas umas voltas com alguém, não?

- Oh, mas ela é muito gira e boa…

- Vai à merda! Então vai ao café. Mas espera, ela está-se mesmo a fazer a ti? Não estás para aí a delirar? Não estás a ver coisas onde elas não existem? Só naquela, para não fazeres figura de otário.

- Oh fodasse, não me deixas terminar. E sim, ela faz-se a mim, um gajo nota ou não? Não são só elas que percebem isso. Estava a dizer-te, ela é muito boa, mas só diz merda quando abre a boca…

- Estás parvo?? Mas queres encontrar alguma pessoa que vá ao café e discuta Nietzsche? Olha, tenho merdas para fazer, vou desligar.

Outra coisa que me inquietou, mas como tem esta gente tempo à tarde? Há vidas com sorte.

Nota mental, ir comprar um cartão de despedida para a colega que está de saída do escritório. Acho que é um gesto bonito e simpático.

Ah, fim da hora de almoço. Posso respirar de alívio. Enquanto outros retomam eu finalmente vou poder beber o meu café.

Obrigado e boa tarde
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Outubro 2008
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