I wish I were a Warhol silk screen hanging on the wall. Or little Joe or maybe Lou. I'd love to be them all. All New York's broken hearts and secrets would be mine. I'd put you on a movie reel, and that would be just fine. Ian Curtis
24.5.10
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Já cá cantam os 28 anos. No entanto sem um único cabelo branco.

Cmo o dia foi passado será postado à medida que as memórias se forem avivando.

Fica no entanto o aviso à navegação que, antes de a minha memória estar em branco, a coisa envolveria um local previamente reservado, álcool à descrição, música, cor, animação. A música ficaria a cargo de um amigo que tinha os apetrechos adequados à ocasião. Como a coisa correu mesmo, não sei. Mas ontem recebia sms a dizer que tinham gostado muito. Logo a não ser que sejam uns grandes mentirosos, parece que correu bem.

P.S. - Acho que deve ter passado a música Magic de Ladyhawke, não me sai da cabeça.
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21.5.10

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Todos dias acordamos, fazemos a nossa rotina normal, enfrentamos trânsito, transportes. Enfrentamos a fúria descontrolado dos outros no trânsito, onde buzinam que nem animais que foram enjaulados durante a noite. Enfrentamos as bestas a quem damos o nome de pessoas anónimas que não respeitam ninguém nos transportes públicos, partilhamos o cheiro daquelas criaturas que não conhecem o conceito de higiene diária, parece que procuram as réstias de champô que possa ter ficado no nosso cabelo.

 

E porquê? Para trabalharmos 5 dias na esperança de chegarmos ao sexto e sétimo dia e sermos nós. Uma rotina que se repete a cada cinco dias. Mas somos felizes, naquilo que entendemos como normal. Sacrifícios para sermos bem sucedidos. Sucesso, empenho, dedicação. Desde putos que ouvimos isso. Que se fodam todos.

 

Não é assim, não deveria ser assim. Mas não é culpa nossa. Nem de quem nos antecedeu. É de todos. Não é o tradicional "o que queres ser quando fores grande?". Não devia ser. Pois eu nunca respondi que queria ser jurista (minto, mas não interessa), pelo menos a mim mesmo. Eu queria fazer.

 

Somos perecíveis. A carne é fraca e há-de apodrecer. Mas não vamos morrer. Mas quando a minha carne nada mais for que alimento de insectos eu quero deixar um legado. Quero deixar a minha marca no mundo que foi a minha casa. A Nossa casa. Não quero ser o idiota que trabalhava para viver, não quero ser o estúpido do anónimo que faz figura na multidão. Quero ser útil. Quero ter significado. Nós significamos algo. Quero tornar em matéria esse significado.

 

Fodasse, eu quero fazer.

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Trocar a Vespa por esta motinha.
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20.5.10
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É fodido olhar em retrospectiva para a nossa vida. Seja ela curta ou já com
uns anos valente em cima. Não deixa de ser fodido.



Crescemos a acreditar numa data de balelas que os outros, os mais velhos,
nos impigem como dogmas. Mas chega, chega sempre, uma altura em que
questionamos.


E questionamos tudo. Tudo.
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Quero comprar uma trampa destas
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Há coisa estúpidas, outras parvas e outras que nem sequer entendo.

Para apoiar a nossa, que é como quem diz, selecção no mundial da África do Sul a muito prezada Galp colocou um anúncio no ar em todas as televisões - presumo que seja em todas porque já vi umas duas ou três vezes quando quase nunca vejo televisão.

Ora, não é suposto ser um anúncio a apoiar a selecção que é portuguesa? Então porque raio está lá uma pessoa que quando fala colocam aquelas letrinhas por baixo? Porque estão dois actores novinhos da nossa praça a fazerem umas figurinhas tristes? Porque sopra (parece que é tremer os lábios!) aquela gente para uma coisa que parece um cone de estrada mas mais fininho?

Prevê-se grande futuro para esta nossa selecção, a começar nos convocados, nos anúncios de apoio...
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19.5.10
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Passover
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Pois, ando a escolher os próximos óculos. Uma coisa que levo bastante a sério uma vez que será algo que me adornará a cara ao ponto de quase se confundir comigo.

As escolhas recaem, até ao momento, por esses aí de cima. Agora há que escolher convenientemente e saber onde se encontram à venda, sendo que isso é todo um outro problema.

Quem quiser opinar, esteja á vontade.
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Ontem ao final da tarde, e após um longo dia de trabalho rumei até ao chiado para o café com uma amiga minha.

 

Esta minha amiga é lindíssima e uma pessoa que, eu pelo menos acho, tem um estilo fenomenal e um excelente bom gosto. Mas por vezes um mau feitio dos diabos. É a ela a quem recorro quando preciso de comprar alguma coisa, seja para mim, ou quando me falta as ideias para uma qualquer prenda.

 

No fundo é uma fashionista, e eu divirto-me imenso com ela. Reconheço que ela no entanto não se esforça desmesuradamente por ser como é. Aquilo sai naturalmente. Daquelas pessoas com uma auto-confiança que daria para dar e vender. Os nossos temas oscilam entre tudo e mais alguma coisa, os livros que tenho lido, que ela tem lido, as nossas próximas viagens, as nossas idas à costa alentejana, os eternos prometidos almoços na comporta e claro, futilidades.

 

Neste último ponto contou-me que irá estrear a versão tuga do Project Runway. E aqui para tudo. Fiquei abismado, de facto importamos tudo. Mas quer sejamos consumidores ou não, do produto original é impossível ficar meio estarrecido quando damos de caras com a nossa muito fraquinha versão dos produtos que vingaram lá fora.

 

Se estou a ser mau e injusto? Talvez, mas não posso estar melhor quando sou bombardeado com ameaças retroactivas do IRS.

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Não, não é a antecipação do, possível, jogo de futebol no Mundial de Futebol que está prestes a iniciar.

 

Ora vamos lá a ver, a Alemanha não tem praticamente mar, não tem poços de petróleo, teve parte activa em duas guerras mundiais, em ambas perdeu, na última então sofreu graves sanções político-económicas.

 

Portugal, por outro lado, é certo que também não tem poços de petróleo, mas tem um mar imenso que nos abriu portas para conquistar meio mundo - e dá-lo a conhecer ao restante, não participou em nenhuma guerra mundial de forma activa, logo não perdeu ou ganhou nenhuma para todos os efeitos.

 

Resultado, a Economia da Alemanha bate a nossa aos pontos, é uma das mais fortes da Europa. Teve que se reconstruir praticamente do zero desde a segunda metade, assim por alto, do século passado e hoje é indiscutível a sua força. Nós, não passamos da cepa torta. Alto, parece que fomos a economia europeia que mais cresceu no primeiro trimestre do ano.

 

Mas alegramo-nos, o "nosso" Zezinho ao lado da Merkle é um senhor muito bem apessoado enquanto a senhora precisava de umas participações intensivas no Project Runway. Que bom, pobres mas felizes. Faz lembrar os senhores de um sítio do Congo, onde não têm dinheiro para comer mas quando o arranjam gastam em roupa toda "catita" para imitar os dandys ingleses. Assim vamos nós.

 

P.S.1 - O post sobre estes assuntos será sempre que possível evitado.

 

P.S.2 - Alemanha Vs Portugal, resume-se á constatação da economia de ambos os países, porque em evolução ou contribuições culturais, não posso também esquecer que, para a minha área ligada ao direito, a par de Itália, Alemanha tem sido a grande impulsionadora do pensar direito.

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18.5.10
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A propósito do 4L que mencionei no post anterior.

O meu pai adquiriu o carro numa altura em que nem eu próprio me recordo. Acho que foi daquelas coisas, uma compra por nostalgia. E lá está em casa, não em casa literalmente, claro. Ele simplesmente adora o carro.

Quando comecei a tirar a carta ambicionava poder conduzir aquele carro. Não sei porquê, achava que tinha charme, uma combinação entre o espírito cool e hippie de liberdade. Mas foi preciso esperar que o meu pai ganhasse confiança nos meus dotes automobilísticos.

Assim que essa confiança foi adquirida, onde utilizei um pouco de chantagem com o facto de fazer anos, foi pegar no carro, preparar a mochila e juntamente com uns amigos descemos a costa alentejana rumo a Porto Covo.

A viagem ainda é mítica entre nós. Liberdade, foi assim que a encarámos e ainda a recordamos. Duas semanas numa das vilas deste Portugal que mais gosto. Praia, copos, asneiras, parvoíces e com a ideia que miúda nenhuma nos resistia. Afinal, enquanto todos iam para a praia a pé, a vila é pequena, nós íamos no 4L. Admito, só para o cenário, se cenário era atingido.

Hoje, já só pego no carro de tempos a tempos. Mas ainda dá um gosto do caneco conduzir o velhinho 4L. Agora que o tempo aquece - será que é de vez? - gosto de deixar o fato e fazer a Arrábida até àquela praia que poucos conhecem mas onde eu conheço toda a gente.
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17.5.10

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Este último domingo foi um dia de aproveitar os últimos cartuchos antes que os exames da pós batam à porta e exijam exclusão - quase - total.

 

A primeira coisa que decidi foi deixar o meu carro em casa e solicitar que o meu pai deixasse utilizar o velhinho 4L descapotável e seguir costa abaixo. Posto esta primeira iniciativa, o que até foi um pouco difícil dado o amor que o meu pai nutre ao carro, foi apanhar os amigos de sempre.

 

E lá fomos. Direitos a Comporta. Chegados lá foi deliciarmo-nos com um Mojito à beira praia no Comporta Café. A conversa desenrolou-se entre miúdas, música e fait-divers num dia que não se pretendia muito sério. Crises à parte, há que por vezes levarmo-nos pelas coisas simples.

 

No caminho de regresso, a banda sonora foi, e cito 500 days of Summer, sad depressing music composta por The National, Joy Division e White Lies. Uma aparente contradição, mas foi unânime a escolha, porque subir a costa ao por do sol de encontro a mais uma semana fazia todo o sentido.

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15.5.10
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- Eu gosto de ti, sabes?

- sim, sei.

- Mas sabes porquê?

- Não, acho que nunca se sabe, apenas se gosta. Não é uma coisa que
consigamos por num papel.

- Não concordo. Eu sei porque gosto de ti.

- Vais-me dizer?

- Não, porque depois vais dizer que é pouco.

- De quem gosta nunca é pouco, é o muito que se consegue dizer de tudo
aquilo que se sente.

- Então vou dizer...

- Força.

- Fazes-me rir.
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Sim, eu uso óculo - como algures já partilhei por aí.

 

Disse o médico quando me receitou os óculos: - Já não vês bem ao longe e a vista continua cansada. Eu disse-te, ler de noite só com um candeeiro fraquinho daria nisso. Terás de usar os óculos mesmo, não só para actividades que exigem mais concentração ocular.

 

Fiquei chateado. Fiquei chateado com o médico pelo tom paternalista, ainda que fosse amigo da família. Acho que precisava de ficar chateado com alguém, de preferência não comigo e saiu ele na rifa. Eu usar óculos? como conseguiria jogar à bola de óculos na cara? Como enfrentar as criaturas mais duras e más que conhecia - os meus amigos e colegas de recreio?

 

Mas fui crescendo e fui-me adaptando. A tudo. A coisa foi difícil em algumas situações, embaraçosas noutras. Difícil o primeiro dia de escola com os óculos escolhidos pela minha mãe. Eram horríveis, olhando agora, daqueles mesmo de puto. Mas tudo acaba por ter um lado bom, porque nesse dia, quando entrei atrasado na sala de aula - fiz um fita digna de um óscar para não ir à escola - decidi seguir um concelho do meu avó e não trazer desaforo para casa. O que trouxe foi uns arranhões, nódoas negras, umas calças rotas e os óculos partidos. mas nesse dia como nos outros todos nunca ouvi "caixa de óculos" ou "quatro olhinhos".

 

Embaraçoso quando meti na cabeça que as miúdas não me dariam atenção porque usava óculos. E embaraçoso, porque aqui escrevo isso mesmo. Mas a verdade é que houve alturas em que achei isso mesmo.

 

Já adulto, em pleno final de faculdade decidi mudar os óculos. Mudei para os que ainda utilizo. Não levei comigo a minha mãe tal como na primeira vez, levei comigo uma amiga. Escolhi uns de massa preta, grossos, mas simultaneamente pepit.Hoje, não me vejo sem eles. São parte de mim. Fazem parte do meu rosto. Não deixa de ser estranho quando, por alguma razão me vejo sem eles - principalmente de manhã. Mas não deixa de ser estranho, algo que não "meu" é parte de mim.

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Um mundo onde não ouvissem nada. Terrível, não é?

 

Imaginem que não ouvem a vossa mãe a chamar-vos no finaldo dia. Não conhecem o som doce da voz da vossa mãe. O som mais terno que foi inventado. Terrível não é?

 

Imaginem o que é ouvir um jogo de futebol, ser golo no último minuto e não ouvirem os festejos, não partilharem o som da alegria colectiva. Terrível não é?

 

Imaginem que não ouvem a vossa música preferida, se é que conhecessem o termo música. Terrível não é?

 

E imaginem que um dia serão vocês mesmos, mães, pais, e nunca ouvirão o vosso filho dizer "mãe",  "pai" ,contar-vos o seu dia, as suas glórias. Nunca o ouvirão chorar, cantar, rir. Não é terrível. não existe palavra que descreva. Assim imagino.

 

Não consigo imaginar um mundo onde não ouvisse nada que não fosse o som dos meus pensamentos. Se som poderia chamar ao que não conhecia. Não me imagino sem sons, melodias, música, vozes, gritos, barulhos. Ruído. Algo que seja, que me ligue ao mundo e aos outros. É difícil imaginar um mundo que não conhecemos nem queremos conhecer. Pois mostremos, por vezes, mais tolerância àqueles que vivem num mundo diferente do nosso.

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Pela janela mal fechada
Entra já a luz do dia
Morre a sombra desejada
Numa esperança fugidia

Foi uma noite sem sono
Entre saliva e suor
Com um travo de abandono
E gosto a outro sabor

Dizes-me até amanhã
Que tem de ser que te vais
Porque amanhã sabes bem
É sempre longe demais
Acendo mais um cigarro
Invento mil ideais
Só que amanhã sei-o bem
É sempre longe demais

Pela janela mal fechada
Chega a hora do cansaço
Vai-se o tempo desfiando
Em anéis de fumo baço
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13.5.10
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Um amigo meu, recém-solteiro, vai hoje sair com uma rapariga. Acho engraçado o estado em que se encontra, num misto de nervoso com ansioso. Ligou-me à pouco:

- Não me consigo controlar no trabalho...

- Vá, é só um encontro, nada de mais, mas percebo o...

- Sim, eu sei que é uma parvoíce, principalmente porque já não tenho 16 anos.

- É verdade, até tens mais 10 em cima.

- Olha, o que, para ti, não pode faltar num encontro?

- Vinho tinto.
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*by Steve Macqueen Aquele que eu encaro como um dos últimos duros a sério. O "the King of Cool". Vou esclarecer um pouco o meu fascínio pela sua persona - ou pelo menos aquela que os filmes e as entrevistas deixavam transparecer. A minha mãe é uma cinéfila como poucas que conheço. Foi pela sua mão que fui inúmeras vezes à cinemateca. Foi pela sua mão que só já com idade para ir ao cinema com as meninas que muito envergonhado convidava para uma sessão de cinema aos fim-de-semana que entrei numa sala dita "comercial" (nada contra que fique bem esclarecido). O que via em casa, nas velhinhas VHS, e no cinema eram exibições antigas de filmes antigos. Assim cresci a ver os filmes do Sr. Steve Macqueen que era de longe, na altura, o meu preferido. Não porque achasse que as suas capacidades de actor eram fenomenais. Mas porque era duro, era cool. Ninguém se metia com ele, era um sucesso entre as mulheres, andava à luta com todos os outros e ganhava. Enfim, coisas parvas de miúdos, eu sei. Mas se todos os miúdos necessitam de um herói, o meu era Steve Macqueen. No recreio imaginava como ele se comportaria. Obriguei a minha mãe a comprar-me uma camisola de lã como ele tinha uma vez numa revista americana que o meu pai tinha trazido para a minha mãe. "Corria" a minha rua na minha bicicleta imaginado que era a minha mota igual à dele. Era o meu herói. Houve até uma altura em que pensei em ser actor, para ser mesmo como ele. Mas depois cresci e, como ele próprio diria "I'm not sure that acting is something for a grown man to be doing."

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Eu gostava de ter um alpendre. Um alpendre que desse para a rua. Um alpendre em que tivesse um cadeirão onde me pudesse sentar e ver. Apenas isso.

Eu gostava de ter um alpendre onde no final do dia pudesse descansar a apreciar a movimentação da rua.

Eu gostava de ter um alpendre onde nas noites quentes de verão ficava lá descansado a apreciar o que quer que se passasse. Eu gostava que chovesse nesses dias.

Eu gostava de ter um alpendre.
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11.5.10
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Após sair para um copo a seguir de um dia de trabalho tive um sono fora de normal no dia seguinte. Disse para mim "vou deixar de sair durante a semana".

Depois de um jantar bem regado com um belo vinho tinto senti as pernas tontas quando me levantei. Disse para mim "vou deixar de beber".

Que se lixe, vou continuar a beber e a sair.
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